Terça, 07 de Fevereiro de 2012
   
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Prodfor, certificação local com qualidade mundial Arrojado. Inovador. Eficaz. Estes são alguns dos adjetivos mais aplicados em relação ao Prodfor por empresários, executivos e técnicos especializados de grandes organizações capixabas ou nacionais que tomam conhecimento do Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores e de seus resultados. Iniciativa original do Espírito Santo, o Prodfor vem servindo de modelo para outros estados.
Gestão Financeira, Fiscal e Trabalhista Esta certificação é inédita, no Brasil e no mundo. Exclusividade do Prodfor, cujo corpo técnico escreveu a norma que referencia os procedimentos para sua certificação. A metodologia foi desenvolvida pelo IEL-ES e a primeira turma de empresas recebeu seus certificados em dezembro de 2009. Os resultados se mostram altamente positivos: equilíbrio gerencial, com finanças, obrigações fiscais, contábeis e trabalhistas em dia.
Gestão Ambiental A questão ambiental perpassa hoje todas as esferas de negócios, no Brasil e no mundo, sendo uma imposição do mercado. Nenhuma empresa pode mais prescindir do controle sobre o impacto de suas atividades e processos produtivos, sob pena de colocar em risco a própria sobrevivência. Nesse contexto, a certificação do Sistema de Getsão Ambiental oferecida pelo Prodfor destaca-se como uma importante ferramenta de gestão e mecanismo de manutenção da sobrevivência empresarial.
Gestão de Saúde e Segurança Mapear os riscos a que a atividade empresarial expõe os colaboradores da empresa, de forma a minimizar as possibilidades de ocorrência de acidentes, e monitorar a saúde dos mesmos, prevenindo doenças ocupacionais, são posturas gerenciais que, além de evitar problemas e prejuízos, reverte-se em ganhos de produtividade e qualidade de vida na empresa. O Sistema de Gestão em Segurança e Saúde do Trabalho pode assegurar estes e outros benefícios.
Gestão da Qualidade O Sistema de Gestão da Qualidade em Fornecimento - SGQF é a base para a organização racional e eficaz das rotinas gerenciais e processos internos das empresas fornecedoras de bens e serviços, refletindo-se em um melhor desempenho em vários aspectos fundamentais, como a identificação e redução de desperdícios (financeiros, materiais e humanos); redução de erros e retrabalho; eliminação de inconformidades nos produtos/serviços; racionalização de esforços; foco na satisfação do cliente, entre outros.
Qua, 10 de Fevereiro de 2010

Estudantes do Rio e Espírito Santo finalizam 9 carros para a Baja SAE BRASIL-PETROBRAS

Estudantes de engenharia do Rio de Janeiro e Espírito Santo finalizam nove carros off-rod, denominados Baja SAE, para a 16ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS.

Desenvolvidos dentro de oito instituições de ensino, os veículos entram agora em fase de testes para disputar a tradicional competição, marcada entre os dias 25 e 28 de fevereiro, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba, SP. A competição reunirá, ao todo, 66 equipes, num total aproximado de 1,2 mil estudantes, de 57 instituições de ensino, de 16 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

O Rio de Janeiro conta com sete carros e é o segundo Estado com maior número de equipes (junto com Minas Gerais), após São Paulo. Cada equipe é responsável por um veículo. As equipes cariocas representam a Universidade Federal do Rio de Janeiro, Associação Educacional Dom Bosco, Escola Politécnica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro, Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio) e a Universidade Federal Fluminense.

Baja carioca - Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, a equipe Minerva Baja aposta na confiabilidade do carro, que em 2009 ficou com a 20ª colocação, para alcançar bom resultado em Piracicaba. "O carro não apresentou falha durante os testes e isso é muito bom", avisa Felipe D'Oliveira, capitão da equipe, que utiliza softwares de simulação de tensões e dinâmica para garantir a integridade estrutural do veículo, o mesmo que em 2009 completou o enduro.
Para esta edição, o carro ganhou painel solar para recarregar a bateria e abastecer o medidor de combustível. O protótipo possui suspensão tipo duplo A na dianteira e Swing-Axle na traseira, pesa 170 kg e consegue atingir 50 km/h.

Vitória Baja - Única representante do Estado do Espírito Santo na competição, a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) conta com duas equipes inscritas: Vitória Baja I e Vitória Baja II. Na Vitória Baja II, o capitão é a estudante Ida Paula de Oliveira, 21 anos e uma das três únicas capitãs na competição. As demais são Larissa Monteiro e Monik Maia, que comandam as equipes da Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade Federal de Pernambuco, respectivamente.

Ida conta que a equipe, composta de mais sete rapazes, investiu em um sistema eletrônico que faz o controle prévio de possíveis falhas dos subsistemas por meio de sensores espalhados no veículo. "Com o sistema preditivo, durante a competição recebemos no box informações de avarias no veículo e tomamos as decisões corretivas adequadas", explica. O carro, que se será submetido a testes finais nos dias 10 e 20 deste mês, possui suspensão traseira e dianteira duplo A, atinge velocidade de 55 km/h e pesa 170 kg. "É um carro competitivo, focado na dinâmica veicular, facilidade de fabricação e manutenção e que oferece conforto e segurança", comenta a capitã, aluna do 7º período de engenharia mecânica da UFES. Em 2009, a equipe foi a 28ª colocada.

Desafio - Para disputar a competição, realizada pela SAE BRASIL, todas as equipes são desafiadas a projetar, buscar patrocínios e construir carros fora-de-estrada, para serem testados por especialistas da indústria da mobilidade. Além da avaliação de projeto, por meio de relatórios e apresentação, em Piracicaba, os Baja SAE serão submetidos a testes de tração, aceleração, velocidade máxima e um enduro com quatro horas de duração, em pista de terra cheia de obstáculos, na qual os carros são desafiados no aspecto resistência.

Ao final da competição, no domingo (28), as três instituições que alcançarem as melhores pontuações, na soma geral das provas, ganham o direito de representar o Brasil na Baja SAE Carolina, que será realizada pela SAE International, de 8 a 11 de abril, em Carolina do Sul, nos EUA. A competição internacional reúne mais de 90 equipes de diferentes países. Em 2008, o Brasil se sagrou tetracampeão na competição, que foi realizada no Canadá.

Os Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora-de-estrada, com quatro ou mais rodas e devem ser capazes de transportar pessoas com até 1,90m de altura, pesando até 113,4 kg e motor padrão de 10 HP. Os sistemas de suspensão, transmissão, freios e o próprio chassi são desenvolvidos pelas equipes, que têm, ainda, a tarefa de buscar patrocínio para viabilizar o projeto.

 

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