Sexta, 18 de Maio de 2012
   
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Prodfor, certificação local com qualidade mundial Arrojado. Inovador. Eficaz. Estes são alguns dos adjetivos mais aplicados em relação ao Prodfor por empresários, executivos e técnicos especializados de grandes organizações capixabas ou nacionais que tomam conhecimento do Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores e de seus resultados. Iniciativa original do Espírito Santo, o Prodfor vem servindo de modelo para outros estados.
Gestão Financeira, Fiscal e Trabalhista Esta certificação é inédita, no Brasil e no mundo. Exclusividade do Prodfor, cujo corpo técnico escreveu a norma que referencia os procedimentos para sua certificação. A metodologia foi desenvolvida pelo IEL-ES e a primeira turma de empresas recebeu seus certificados em dezembro de 2009. Os resultados se mostram altamente positivos: equilíbrio gerencial, com finanças, obrigações fiscais, contábeis e trabalhistas em dia.
Gestão Ambiental A questão ambiental perpassa hoje todas as esferas de negócios, no Brasil e no mundo, sendo uma imposição do mercado. Nenhuma empresa pode mais prescindir do controle sobre o impacto de suas atividades e processos produtivos, sob pena de colocar em risco a própria sobrevivência. Nesse contexto, a certificação do Sistema de Getsão Ambiental oferecida pelo Prodfor destaca-se como uma importante ferramenta de gestão e mecanismo de manutenção da sobrevivência empresarial.
Gestão de Saúde e Segurança Mapear os riscos a que a atividade empresarial expõe os colaboradores da empresa, de forma a minimizar as possibilidades de ocorrência de acidentes, e monitorar a saúde dos mesmos, prevenindo doenças ocupacionais, são posturas gerenciais que, além de evitar problemas e prejuízos, reverte-se em ganhos de produtividade e qualidade de vida na empresa. O Sistema de Gestão em Segurança e Saúde do Trabalho pode assegurar estes e outros benefícios.
Gestão da Qualidade O Sistema de Gestão da Qualidade em Fornecimento - SGQF é a base para a organização racional e eficaz das rotinas gerenciais e processos internos das empresas fornecedoras de bens e serviços, refletindo-se em um melhor desempenho em vários aspectos fundamentais, como a identificação e redução de desperdícios (financeiros, materiais e humanos); redução de erros e retrabalho; eliminação de inconformidades nos produtos/serviços; racionalização de esforços; foco na satisfação do cliente, entre outros.
Sex, 09 de Abril de 2010 11:25

ArcelorMittal Tubarão inicia operação do novo forno de laminados a quente

Entrou em operação no último dia 11 de junho a expansão do Laminador de Tiras a Quente (LTQ) da ArcelorMittal Tubarão - um investimento da ordem de US$ 120 milhões. A instalação do segundo forno de reaquecimento de placas amplia a capacidade de produção da empresa de 2,8 milhões para 4 milhões de toneladas de bobinas a quente por ano.
O novo forno de reaquecimento de placas está em fase de rating up, ou seja, curva de aprendizado, com previsão para funcionar com sua capacidade plena entre julho e agosto, com produção de 1,2 milhão de toneladas. Com tecnologia francesa e brasileira de ponta, o LTQ conta com controle de combustão e homogeneidade de temperatura, permitindo à ArcelorMittal Tubarão produzir bobinas com as mais variadas características, modelos e dimensões. Os principais mercados atendidos serão o automobilístico e o de construção civil, mas as bobinas da empresa também abastecem as indústrias de eletrodoméstico, de embalagem e de bens de capital. Mais da metade da produção destina-se à ArcelorMittal Vega, em São Francisco do Sul, que atende ao mercado automotivo. A ArcelorMittal Tubarão também exporta laminados a quente para todos os países da América do Sul. "Nenhuma outra empresa está investindo para ampliar a produção de laminados a quente e entrar em operação antes de 2011.

O novo forno do LTQ nos permitirá suprir a demanda interna crescente por aços planos. Além disso, como nossas operações são localizadas na costa brasileira, temos a capacidade de acessar os mercados internacionais com facilidade e continuaremos exportando fortemente", explica Benjamin Baptista Filho. Segundo forno de reaquecimento de placas custou US$ 120 milhões.

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