Dos 5.800 m3/hora de água que serão captados para a usina, 4.000 m3/hora virão do mar. Com isso, a quantidade de água doce que deverá ser utilizada será de menos de um terço, ou seja, 1.800 m3/hora serão captados nos rios da região. Além disso, o projeto prevê a recirculação de 97,5%, de toda a água doce captada e o armazenamento de água de chuva.
As novas tecnologias do projeto da CSU provocarão uma redução do impacto ambiental bastante perceptÃvel. A captação de água doce para o empreendimento não ultrapassará 10% da vazão mÃnima registrada em sete dias consecutivos. Além disso, o bombeamento dessa água para a companhia será feito em um trecho do rio posterior aos pontos de captação utilizados para atender à comunidade. Dessa forma, o projeto não interferirá nas atividades da Cesan e nem prejudicará os moradores locais.
O projeto da nova usina foi lançado em 2009 e a estimativa é que a CSU comece a operar em 2014, em Anchieta. A empresa terá capacidade anual de 5 milhões de toneladas de placas de aço. Além disso, estima-se que gere 18 mil empregos, sendo 6 mil diretos e 12 mil indiretos. Tais contratações darão prioridade à mão de obra local, tanto para a fase de construção quanto para a operação, com ações previstas para a capacitação dos trabalhadores locais.
O funcionamento da siderúrgica resultará também na implantação de um eficiente sistema logÃstico, com a criação de um porto de águas profundas com capacidade de embarque semelhante à da produção da CSU, e uma ferrovia, a Litorânea-Sul, que atravessará onze municÃpios do Estado, de Cariacica à Cachoeiro do Itapemirim.
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