Segunda, 21 de Maio de 2012
   
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Prodfor, certificação local com qualidade mundial Arrojado. Inovador. Eficaz. Estes são alguns dos adjetivos mais aplicados em relação ao Prodfor por empresários, executivos e técnicos especializados de grandes organizações capixabas ou nacionais que tomam conhecimento do Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores e de seus resultados. Iniciativa original do Espírito Santo, o Prodfor vem servindo de modelo para outros estados.
Gestão Financeira, Fiscal e Trabalhista Esta certificação é inédita, no Brasil e no mundo. Exclusividade do Prodfor, cujo corpo técnico escreveu a norma que referencia os procedimentos para sua certificação. A metodologia foi desenvolvida pelo IEL-ES e a primeira turma de empresas recebeu seus certificados em dezembro de 2009. Os resultados se mostram altamente positivos: equilíbrio gerencial, com finanças, obrigações fiscais, contábeis e trabalhistas em dia.
Gestão Ambiental A questão ambiental perpassa hoje todas as esferas de negócios, no Brasil e no mundo, sendo uma imposição do mercado. Nenhuma empresa pode mais prescindir do controle sobre o impacto de suas atividades e processos produtivos, sob pena de colocar em risco a própria sobrevivência. Nesse contexto, a certificação do Sistema de Getsão Ambiental oferecida pelo Prodfor destaca-se como uma importante ferramenta de gestão e mecanismo de manutenção da sobrevivência empresarial.
Gestão de Saúde e Segurança Mapear os riscos a que a atividade empresarial expõe os colaboradores da empresa, de forma a minimizar as possibilidades de ocorrência de acidentes, e monitorar a saúde dos mesmos, prevenindo doenças ocupacionais, são posturas gerenciais que, além de evitar problemas e prejuízos, reverte-se em ganhos de produtividade e qualidade de vida na empresa. O Sistema de Gestão em Segurança e Saúde do Trabalho pode assegurar estes e outros benefícios.
Gestão da Qualidade O Sistema de Gestão da Qualidade em Fornecimento - SGQF é a base para a organização racional e eficaz das rotinas gerenciais e processos internos das empresas fornecedoras de bens e serviços, refletindo-se em um melhor desempenho em vários aspectos fundamentais, como a identificação e redução de desperdícios (financeiros, materiais e humanos); redução de erros e retrabalho; eliminação de inconformidades nos produtos/serviços; racionalização de esforços; foco na satisfação do cliente, entre outros.
Qui, 24 de Dezembro de 2009 00:00

Incentivando alternativas formais e sustentáveis de renda no terceiro setor

A ArcelorMittal Tubarão promoveu em 2009 vários encontros para orientação e capacitação de ONGs. O objetivo foi a disseminação de conhecimento sobre a legislação vigente para o Terceiro Setor.

Diante da Lei Federal do Empreendedor Individual (LC 128/2008) e de todas as confusões e entraves legais que os grupos de geração de renda têm enfrentado para se manter, de forma sustentável, e em pleno atendimento à legislação brasileira, a ArcelorMittal Tubarão promoveu, em 2009, uma série de encontros seguidos por assessoria individualizada às ONGs parceiras.

Os encontros contaram com palestras técnicas que proporcionaram nivelamento do conhecimento básico das ONGs, visando a aguçar o senso crítico e discorrer sobre os prós e contras de cada uma das modalidades legais previstas, para que a partir deste ponto as ONGs conseguissem, respeitando suas ideologias e limitações, escolher o modelo que lhes fosse mais propício.

"Tínhamos a ambição de que os encontros contribuíssem efetivamente para buscarmos, juntos, uma solução legal e sustentável de geração de renda para cada um dos grupos que convidamos. Nossa intenção era ‘encaixar' cada grupo com o seu modelo formal ideal", relatou Herta Torres, especialista em Responsabilidade Social da ArcelorMittal Tubarão.

As ONGs capacitadas foram: Movive (com o projeto Bazar Social); Ateliê de Idéias (com a cooperativa de economia solidária CoopBem); a Supercoonfex (cooperativa de confecções); a Recuperlixo (associação de catadores de lixo); a Casa da Mulher de Feu Rosa (com o projeto Pró Mulher); o Instituto Continental em Ação; o Instituto Domínio Corporal (com o Projeto Taboa e o grupo produtivo Arte Solidária).

"Essas ONGs são apoiadas financeiramente pela empresa e foi esta proximidade que nos abriu os olhos para as dificuldades delas nesse campo", declarou Herta. Segunda ela, o aprendizado das ONGs, iniciativa totalmente espontânea e voluntária, possibilitou, em primeiro lugar, conhecimento para os envolvidos, até mesmo para a equipe da companhia.

Durante os encontros foram realizadas apresentações completas de todos os modelos formais de legalização de comércio permitidos pela legislação brasileira e compatíveis com o Terceiro Setor: via associação, via cooperativa, via empresários individuais, via regime especial, via empreendedor individual e via registro como artesãos.

"Alguns grupos também se interessaram em conhecer alternativas legais fora do Terciro Setor, como a constituição de uma microempresa inscrita no Simples Nacional. Tivemos ainda o cuidado de trazer para a discussão os representantes formais de algumas modalidades, ou seja, nossos encontros contaram com a presença de representantes do Sebrae/ES e da OCB/ES", disse Herta.

Foram promovidos contatos e participações de profissionais do Sebrae, da Secretaria de Estado do Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB/ES), que apresentaram suas organizações e seu trabalho e, após isso, passaram a fazer parte da rede de colaboração que a empresa poderá acionar quando necessário. "Pudemos conhecer de perto o trabalho do Sebrae na difusão do novo modelo ‘Empresário Individual' e então firmamos uma parceria com essa instituição para a doação de computadores que equiparão um centro de atendimento que o Sebrae está montando em Terra Vermelha, região que também recebe investimento social da empresa", contou Herta.

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